A Suíça não entrou agora no mapa da BCA. Ela está na nossa origem.
Foi com casas suíças que começamos a construir a empresa que somos hoje e a entender, na prática, um mercado em que hospitalidade, discrição, excelência e relações de confiança têm um peso particular.
A BCA Switzerland nasce desse vínculo e de uma decisão de aprofundá-lo. Uma vertical dedicada ao país, criada para ampliar nossa presença, nossas relações e, principalmente, a qualidade da curadoria que oferecemos às famílias brasileiras.
Casas e hotéis fazem parte desse trabalho, naturalmente. Mas não o definem. Há um universo ao redor deles que importa tanto quanto: o destino certo, a localização dentro de cada vila, a dinâmica da família, o nível de serviço, as pessoas, a cultura, as experiências e os acessos que podem transformar completamente uma estadia.
É também por isso que Fabien Clerc, diretor do Turismo da Suíça no Brasil, passa a integrar a BCA Switzerland como nosso conselheiro. Há 6 anos à frente do mercado brasileiro para o Switzerland Tourism, Fabien acrescenta ao projeto seu conhecimento do país e uma leitura construída justamente na intersecção entre a Suíça e o viajante brasileiro.
Não se trata, portanto, de acrescentar a Suíça ao nosso portfólio mas sim de ocupar esse território com mais profundidade e repertório. E escolhemos começar pelo inverno.
Swiss Winter é o primeiro capítulo da BCA Switzerland.

O primeiro Swiss Chapter
No dia 19 de agosto, no Rio de Janeiro, apresentamos o projeto pela primeira vez a um pequeno grupo de convidados, entre clientes da BCA e do C6BANK.
Ao lado de Fabien, conversamos sobre as diferentes maneiras de viver o inverno suíço, sobre famílias diferentes que pedem viagens diferentes e sobre a curadoria que construímos para esta primeira temporada.
O encontro, patrocinado pelo C6, inaugurou também os BCA Swiss Chapters, uma série de encontros privados que nasce junto com a BCA Switzerland para aproximar pessoas, conhecimento e relações em torno da Suíça.
Foi uma primeira apresentação. O projeto, no entanto, foi pensado para ir muito além daquela noite.
6 destinos. E nenhuma resposta pronta

Para o Swiss Winter, escolhemos Crans-Montana, Gstaad, Klosters, St. Moritz, Verbier e Zermatt.
A escolha não pretende resumir a Suíça. Ao contrário. Ela nos permite trabalhar com destinos suficientemente diferentes para responder a maneiras também muito diferentes de viajar.
Crans-Montana funciona especialmente bem para quem quer combinar bons dias de montanha com uma vida que continua acontecendo fora das pistas. Sua exposição solar e a amplitude do destino ajudam a criar uma rotina de inverno bastante agradável também para quem não esquia todos os dias.
Gstaad tem outra cadência. A vila, os restaurantes, a vida social e a tradição convivem com a montanha de uma maneira muito própria. Aqui, inclusive, escolher onde ficar faz enorme diferença: estar próximo à Promenade, junto aos lifts ou em uma região mais reservada pode mudar completamente a experiência.
Klosters fala com quem procura uma Suíça mais discreta. Tem tradição, atmosfera de vila e excelente acesso à montanha, sem depender de uma cena social para ser interessante.
St. Moritz oferece uma experiência mais cosmopolita. Ski, grandes hotéis, gastronomia, eventos e a vida do Engadin fazem com que funcione particularmente bem para famílias nas quais nem todos querem viver os dias da mesma maneira.
Verbier tem a montanha muito presente. A área de ski, a energia da vila e o après-ski atraem quem busca um inverno mais esportivo e social. Ao mesmo tempo, Centre, Médran, Le Rouge ou as áreas mais residenciais entregam experiências bastante diferentes entre si.
Zermatt tem uma dinâmica difícil de reproduzir em outro lugar. A vila sem carros, o Matterhorn, a altitude e a possibilidade de fazer grande parte da vida cotidiana a pé criam uma experiência especialmente interessante para determinadas famílias.
Por isso, nossa pergunta nunca começa por qual é o melhor deles. Começa por quem vai viajar.
A propriedade certa nem sempre é a mais óbvia
Essa mesma lógica orientou nossa seleção de propriedades.
A BCA Switzerland reúne diferentes formas de viver a montanha: chalets e residências privadas para famílias de diferentes tamanhos, apartamentos para quem prefere estar mais próximo da vida dos vilarejos, propriedades ski-in/ski-out e casas em áreas mais reservadas. A localização, o tamanho e a configuração mudam de acordo com o destino e, principalmente, com a dinâmica de quem vai ocupá-las.
Há famílias para quem sair de casa já com os skis nos pés muda completamente a semana. Outras valorizam estar no centro, caminhar até um restaurante ou permitir que cada pessoa tenha mais independência ao longo do dia. Em alguns casos, espaço e privacidade pesam mais e fazem uma propriedade afastada da vila ser justamente a escolha certa.







O nível de serviço também muda
Há estadias self-catered, para famílias que preferem maior autonomia; propriedades catered; formatos bed & breakfast; e residências fully serviced, que podem incluir chef, equipe de casa, housekeeping, motorista e concierge dedicado.
Nenhuma dessas categorias é, por definição, melhor que a outra.
Um grande chalet completamente servido pode ser extraordinário para uma família de 14 pessoas. Para outra, um apartamento impecável no centro de St. Moritz, onde todos entram e saem a pé, pode ser uma escolha muito mais inteligente. É nessa diferença que a curadoria realmente acontece.
O serviço acompanha a viagem, não o contrário
Depois da escolha da propriedade, existe tudo aquilo que precisa acontecer para que a semana funcione bem.
Instrutores e equipamentos de ski podem estar organizados antes da chegada. A casa pode estar abastecida. Chef, nanny, motorista ou massagens podem fazer parte da estadia. Restaurantes, experiências na montanha e programas para quem não esquia entram quando fazem sentido. Não trabalhamos para preencher uma agenda. Trabalhamos para que cada família tenha à disposição a estrutura que deseja, na medida em que deseja. E esse cuidado pode começar muito antes da Suíça.



Nossa atuação é door to door: pode incluir aéreo, transfers, motoristas privados, logística de bagagem, preparação das malas de inverno e deslocamentos especiais, inclusive transporte executivo ou helicóptero até o aeroporto quando essa for uma escolha da família. O objetivo não é adicionar camadas à viagem. É retirar atrito.
Há uma estrutura importante por trás de tudo isso
Reservar uma residência privada nos Alpes é diferente de reservar um quarto de hotel.
Contratos, depósitos, cauções, políticas de cancelamento e pagamentos internacionais variam entre propriedades e precisam ser tratados com a mesma atenção dedicada à escolha da casa. A BCA acompanha esse processo do início ao fim.
Os pagamentos podem ser realizados em euro por meio de contas globais, respeitando as condições de cada reserva e fornecedor.
Da mesma forma, todas as nossas reservas passam por uma etapa de proteção da viagem, na qual apresentamos 3 modalidades de seguro para que a família possa escolher a cobertura adequada à sua contratação.
São aspectos que raramente aparecem nas fotografias de uma viagem aos Alpes. Mas fazem parte de uma viagem bem construída.
BCA Switzerland
O Swiss Winter é nossa primeira expressão dessa nova frente.
Começamos por 6 destinos e por uma seleção de propriedades que vai continuar crescendo à medida que aprofundamos relações, conhecemos novas casas e entendemos onde realmente podemos agregar valor.
Porque a BCA Switzerland não nasceu para reunir o maior número possível de propriedades na Suíça. Nasceu para sabermos escolher melhor.
Para quem já começa a olhar para o próximo inverno, a curadoria Swiss Winter está aberta. O ponto de partida não precisa ser uma casa. Pode ser simplesmente a sua família.
Conheça a curadoria | Swiss Winter
Crans-Montana. Gstaad. Klosters. St. Moritz. Verbier. Zermatt.
